Embevecida de contentamento com esse vídeo
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
O que importa de fato? O que carregamos conosco todos os dias? Sombras ou leveza? A dor sempre foi bloco sólido, pesado, de esculpir poesia. Infortúnio desesperado, alma tormentosa, vagueante.
É possível discernir vida, depois de muita chuva caudalosa, névoa, frio de ossos atrofiados.
Há alguma fé. O sofrimento é ainda força bruta, mas a fé persiste mais. Fé nas pessoas. Fé de que existir é possível.
Quero um dia apenas de leveza. Suficiente para o movimento, para que o caos aponte a travessia.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
A noite já foi escuridão densa para criança premente.
Já foi angústia, tortura assídua.
Descobri-a em algum momento gentil senhora. A portadora do mistério, lugar da sobra transformadora do mundo, doadora de morte.
É proteção, espera, possibilidade infinita da vida.
É minha. Inseparável companheira. Adensadora de alma. Caminho. Travessia.
Já foi angústia, tortura assídua.
Descobri-a em algum momento gentil senhora. A portadora do mistério, lugar da sobra transformadora do mundo, doadora de morte.
É proteção, espera, possibilidade infinita da vida.
É minha. Inseparável companheira. Adensadora de alma. Caminho. Travessia.
sábado, 28 de março de 2020
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
sábado, 4 de janeiro de 2020
Sobre o ritmo, a asa e o voo
A concretude é apenas detalhe. A pulsão intermitente é a vida. Ouvir faz comungar o mundo. Voar é ser o sabedor dos segredos do tudo e do nada de uma nota, da música do abismo, do ser e da morte.
Quero o ar. Sou alma ávida pelo vento.
Quero o ar. Sou alma ávida pelo vento.
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