segunda-feira, 16 de novembro de 2015
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
A Tentação
Diante do crucifixo
Eu paro pálido tremendo
“Já que és o Verdadeiro Filho de Deus
Desprega a humanidade desta cruz”.
Eu paro pálido tremendo
“Já que és o Verdadeiro Filho de Deus
Desprega a humanidade desta cruz”.
Murilo Mendes
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Algo sobre queda e luta
Há pessoas que nos fazem bem,
mesmo no escuro absoluto
ainda que sinta tocar as bordas do abismo.
Não havendo sentido nos gestos e palavras
todo os clichês, ausência de poiesis,
ainda assim há aquelas pessoas responsáveis por dizer que o grande ciclo continua e que dele fazemos parte.
É assim, passe de mágicas, sede de mudanças.
Ouvir, pensar, flanar, escrever... vazio de linhas
Sem tir...
Talvez seja a ausência de movimento, de dentro, latência, potência.
Nem o preto e branco rotineiro.
Sobra-me o triste cinza em uma promessa de vermelho sangue.
"Amanhã será maior!"
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Desassossego
Vida sem poréns, sem chão.
Em algum momento o enjoo tomou todos os motivos para si.
Cabeça dói, o desapego corrói. E a vista não suporta mais a luz do pc.
La vie n'est pas belle. E eu não sou mais a devoradora de saberes.
Tentativas vãs de ressuscitar o corpo, sentir profundo a luz do sol.
E a cabeça que dói, o enjoo.
Lindo mundo para fora de mim. Só desventura raivosa. Sem vontade, cruel desexistir.
De mãos minhas nada mais brota.
Ouve-se cega e doente nota sussurrada na escuridão.
Crer em uma força que destrua domingos vazios, semanas de estafa, ônibus dementes, a miséria dos passantes, escolas falidas.
Que bom seria se ainda houvesse tempo... mas a dor corrói, mata.
Em algum momento o enjoo tomou todos os motivos para si.
Cabeça dói, o desapego corrói. E a vista não suporta mais a luz do pc.
La vie n'est pas belle. E eu não sou mais a devoradora de saberes.
Tentativas vãs de ressuscitar o corpo, sentir profundo a luz do sol.
E a cabeça que dói, o enjoo.
Lindo mundo para fora de mim. Só desventura raivosa. Sem vontade, cruel desexistir.
De mãos minhas nada mais brota.
Ouve-se cega e doente nota sussurrada na escuridão.
Crer em uma força que destrua domingos vazios, semanas de estafa, ônibus dementes, a miséria dos passantes, escolas falidas.
Que bom seria se ainda houvesse tempo... mas a dor corrói, mata.
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